sexta-feira, 29 de julho de 2011

Solta o Verbo: Rachel Sheherazade

Dando continuidade à campanha contra a imbecilidade do politicamente correto (veja o começo de tudo clicando aqui e aqui), hoje apresentarei a quem por ventura ainda não conhece, uma pessoa surpreendente. A jovem, talentosa e belíssima jornalista que não tem papas na língua: Rachel Sheherazade.


Conheci seu trabalho ainda esse ano, 2011, quando navegando pela internet acabei por encontrar um video em que ela comentava sobre a sua opinião a respeito do carnaval. Dali em diante, tenho tentado acompanhar cada palavra que ela diz, não apenas motivado pela massagem que palavras bem colocadas fazem nos assuntos em que minha opinião é semelhante à dela, mas em todos os outros também, uma vez que ela não fala abobrinhas, como um sem-número de jornalistas irresponsáveis que ocupam posições de destaque no nosso país. Rachel é diferente, minhas amigas e meus amigos, ela não se prende ao que manda o regimento da burrice imposto pelo senso comum.
Bem, ao realizar uma breve pesquisa em busca de mais informações a respeito dessa moça que usa a linguagem como arma, logo percebi que ela é bastante jovem, e portanto, as informações que se encontra sobre “quem ela é” na internet infelizmente são bastante superficiais e incompletas. Mas é possível encontrar detalhes como por exemplo, o fato dela ter nascido em João Pessoa, capital da Paraíba, se formado em Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba, ter trabalhado na TV Correio, afiliada da Rede Record na Paraíba, na TV Cabo Branco, afiliada da Rede Globo e em 2003, ter assumido a bancada do Tambaú Notícias, telejornal diário da TV Tambaú, afiliada do SBT na Paraíba.

Atualmente, Rachel Sheherazade é âncora (juntamente com Joseval Peixoto) no telejornal “SBT Brasil”.

Visite aqui o blog dela.

Senhoras e senhores, com a palavra, Rachel Sheherazade:







terça-feira, 19 de julho de 2011

Seção Personalidades Estranhas - Ottomar Berbig

Ottomar Berbig

Ottomar Berbig foi um socialite alemão nascido em 10 de Outubro de 1940 na Berlim ocidental e que alcançou a fama através da reivindicação de pertencer à linhagem de Vlad Dracula.

Vlad III, príncipe da Valáquia, conhecido por Vlad, O Empalador (Vlad Tepes), ou como Dracula. Seu sobrenome serviu de inspiração para Bram Stoker nomear seu vampiro Conde Drácula. O sobrenome romeno de Vlad (Draculea, também escrito Drakulya) veio em referência a seu pai Vlad Dracul. Vlad Dracul foi morto pelos boiardos que se juntaram a John Hunyadi. Vlad III então fugiu e se exilou na Hungria, até retornar ao poder. Ao retornar, planejou matar os boiardos para se vingar da morte de seus pais, plano que executou com maestria, dez anos depois, num domingo de páscoa em torno de 1457, primeiramente empalando os boiardos mais velhos e famílias. Os boiardos jovens e saudáveis foram utilizados para reconstruir o castelo nas ruínas do Poienari, que se tornou sua fortaleza. Após a construção, os boiardos que haviam sobrevivido e não morreram de exaustão - já praticamente todos nus, pois trabalharam até inutilizarem suas próprias roupas - foram empalados. Outras atrocidades cometidas por Vlad nas histórias alemãs incluem além do empalamento a tortura, queima, esfolamento, corte de membros e afogamentos (além de assar ou ferver as pessoas, servindo à carne aos amigos e parentes da mesma). Esses castigos eram aplicados a ladrões, mentirosos e adúlteros. Esta foi a maneira que Vlad utilizou para manter a ordem no seu povo: ensinando-lhes que o roubo não seria tolerado em suas terras. E assim foi: puniu quem quebrou as leis, sejam homens ou mulheres, de qualquer classe social, idade ou religião.

Berbig era um padeiro em 1980 quando conheceu Ekaterina Olympia Kretzulesco, de legítima descendência consanguínea do lendário conde Vlad Dracul. Tornaram-se amigos e Ekaterina então adotou Berbig como seu filho, visto que a mesma não possuía herdeiros e queria garantir a continuidade da linhagem familiar, e estava impressionada com a aparência de Berbig, com seu cabelo preto encaracolado e bigode "transilvaniano".
Ekaterina Olympia Kretzulesco nasceu em Bucareste, em 28 de janeiro de 1893 e morreu em 26 de maio de 1993. Foi uma célebre aristocrata e filantropa romena, descendente de sangue de Vlad Dracul. Cresceu na Inglaterra e na França, e viveu na Romênia entre 1908 e 1952, quando fugiu do regime comunista, indo para os Estados Unidos, onde permaneceu por 35 anos no Texas, retornando para Bucareste após a Revolução Romena de 1989, onde morreu centenária.

Mudou seu nome então para Ottomar Rodolphe Vlad Dracula Prinz Kretzulesco, e imediatamente transformou o castelo localizado em Schenkendorf (Brandenburg) em um "museu de vampiros". Organizou as "festas dos sugadores de sangue" em conjunto com a Cruz Vermelha Alemã, na qual os convidados deveriam doar sangue, na sala de número 46. Também organizou inúmeros eventos de caridade, incluindo festivais medievais e reuniões para histórias assustadoras na "hora do fantasma". Rejeitando a tradição da família, não usava dentes postiços, porém utilizava um caixão para receber os visitantes, além de servir um schnapps com cor de sangue (Bloody Mary) e "salsichas do Drácula". Abriu um negócio de vinhos chamado "Castle of Dracula", e após uma briga com o governo alemão por conta dos altos impostos cobrados pelo mesmo, proclamou a cidade como "Principado do Dracula", dizendo que no "reino de Drácula" os impostos não passariam de 20%. Chegou mesmo a imprimir passaportes próprios, e criou planos para selos e placas de carros, mas a tentativa não obteve sucesso, tanto que o Estado, com um senso de humor incomum, ameaçou se "defender com alho" contra os objetivos de independência de Berbig.

Em 2003, Berbig, ou Rodolphe Vlad Dracula Kretzulesco, como queira, foi convidado a ser clonado pela empresa Clonaid (liderada pela seita dos Realianos) pelo valor de US$ 200 mil e negou, emitindo um comunicado á imprensa onde solicitava ás autoridades mais rigidez na proibição da clonagem, para evitar que pessoas tão loucas como o ditador Saddam Hussein fossem clonados.
Dificuldades financeiras com a burocracia local e problemas com neonazistas (Berbig foi ameaçado de morte, por 10 vezes foi atacado por incendiários e os muros do castelo de Schenkendorf foram pixados com suásticas pelo fato de Berbig ser um estrangeiro) o obrigaram a sair do palácio em 2006: "Eu quero sair daqui", disse. "Eu não quero mais viver aqui. Estou com medo. Eu quero viver em paz. Eu não consigo mais dormir à noite sem me preocupar em acordar em meio a um incêndio". Certa noite um grupo de 35 neonazistas ficaram em seu jardim cantando canções e carregando bandeiras nazistas. Eles gritavam frases anti-semitas, como "fora judeus" e "porcos judeus", o que pode indicar que o verdadeiro problema era com o castelo, propriedade de 32 hectares que pertencia a uma família judia. Em novembro de 2007 Berbig faleceu de tumor cerebral, porém deixando a linhagem dos Dráculas viva através do seu filho, Ottomar Dracula Junior, nascido no mesmo ano de sua morte.

Curiosidade: em 2000, Berbig participou, como Ottomar Rodolphe Vlad Dracula Prinz Kretzulesco, de uma faixa chamada "Mille Anni Passi Sunt", do disco de mesmo nome da banda Corvus Corax.

Corvus Corax é uma banda alemã conhecida por tocar música medieval com instrumentos autênticos. Seu nome é o nome científico do corvo. A banda foi formada em 1989 por Castus Rabensang, Win (Venustus) e Meister Selbfried. Frequentemente usa gaita de fole como instrumento solo e suas performances ao vivo atraem a atenção pela estranheza dos músicos, que se utilizam da reminiscência de antigos mitos gregos: seminus, com roupas diferentes, usando artigos estranhos como decoração, e tatuados.